quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Apelido

Hoje vi um apelido para o nome Helvecio (nome do meu pai) muito legal:

Helvis.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Em dia de calor

Tem feito muito calor em BH. Principalmente de tarde. Cedinho, pela manhã, convém vestir uma leve blusa de manga mais comprida por cima da camiseta de alças. Ali pelas 10, o tempo já esquentou bem e a blusa de cima pode ir para dentro da bolsa, de onde sairá à noite, a caminho de casa.

Nos pés, o tênis é bom para quem anda muito por essas subidas, mas nada melhor que a sandália baixa da feira: bonita, barata, fresca e confortável! Tá certo, ela não dura muito, mas é a única que não machuca meu pé.

Óculos de sol é algo que não me habituei a usar na cidade (só uso na praia). O motivo é que me sinto mais míope ao olhar por aquelas lentes escuras; chega a dar claustrofobia. Eu sei, há lentes de grau para óculos escuros, mas é que demanda tempo e dinheiro para ir à ótica, escolher o modelo, bla, bla, bla... e seria mais um pertence com que me preocupar dentro da bolsa. É que tenho pavor da idéia de assalto, pela violência, claro, mas também por pensar na idéia da invasão e usurpação do que é do outro, isto é, do que é meu, fui eu quem escolheu, pagou, enfim.

Em dias de calor as pessoas reclamam. "O Sol dá sono; o tempo quente incomoda". No frio, também reclamam. "Levantar da cama no frio é difícil; no frio dá vontade de enfiar debaixo da coberta e dormir; entrar no banho no inverno é dureza". O pessoal não se decide. Não acredito que possam preferir um dia cinza, gelado, que nos obriga a carregar mais de meio kg de roupa em cima do corpo. Eu acho que todos eles gostam mais do calor, dos dias de Sol. Dias que nos dão alegria, provocam liberação de serotonina, energizam positivamente.

Se no frio a gente pode se agasalhar, no calor podemos nos refrescar, tomando um picolé, um sorvete, goles de água, mudando um pouco a alimentação.

Ver uma imagem cheia de texturas leves também faz super bem.

Hoje me apaixonei pelas imagens do livro A mbira da beira do rio Zambeze, autor Décio Gioielli.
As fotos são lindas (Marie Ange Bordas), com transparência, peixes, mãos e pés dentro d'água.

Esse dia quente, brasileiro... é em dias assim que eu me sinto bem.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Freud,

Sonhei que o Selton Melo tinha comentado no meu blog.

domingo, 7 de setembro de 2008

Banheiro masculino

"Se os homens são todos iguais, por que as mulheres escolhem tanto?"

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Limites

Foto: Daniel Protzner
Foto: Bruno Moreno
Foto: Artênius Daniel

Fotógrafos e pesquisadores percorreram os 200 quilômetros da fronteira urbanizada de BH com outros municípios e encontraram confusões urbanas, curiosidades cotidianas e registraram as histórias de vida da população que vive no limite.
Lançamento de livro e exposição fotográfica

"Trinta fotografias coloridas e em preto e branco, tiradas entre os anos de 2002 e 2008, além de uma pesquisa detalhada e recém lançada descrevem a cidade de Belo Horizonte sob uma ótica nunca antes apresentada: a capital vista a partir de seus limites.

A pesquisa realizada pelo Instituto Limites sobre a região que separa BH e outras sete cidades da região metropolitana mostra uma série de confusões e problemas da divisa. Nos limites, metade de uma rua pode ser asfaltada, e a outra metade, de terra. Parte dela pode ser iluminada, enquanto na outra é preciso fazer ligações clandestinas para se ter luz dentro de casa. Um morador pode ter o direito de estudar na escola da comunidade, perto de sua casa, enquanto seu vizinho deve cruzar vários bairros até chegar à escola pertencente à sua jurisdição. Em algumas vezes o lixo é recolhido somente até determinado ponto da rua, onde termina um município, permanecendo a outra metade suja, inutilizando o serviço de coleta parcialmente realizado.

Instituto Limites
O Instituto Limites é uma entidade sem fins lucrativos, formada por uma equipe multidisciplinar de jornalistas, fotógrafos, geógrafos, cientistas políticos e outros profissionais que têm como objeto as regiões que se encontram sobre a linha divisória de duas ou mais unidades políticas e administrativas. Seus objetivos são estudar e dar visibilidade à problemática dos limites, multiplicar os olhares existentes sobre as periferias, assim como contribuir para a sugestão de políticas públicas e práticas de desenvolvimento sustentável, capazes de aumentar a qualidade de vida das populações que habitam as regiões de fronteira."

Serviço:

"Os Limites de Belo Horizonte e os Limites da Luz"
6 a 27 de setembro

Local: Casa do Baile, Av. Otacílio Negrão de Lima, 751, Pampulha, BH

Horário:

Dia 6, sábado: 15h- Mesa Redonda 17h - Lançamento do livro e da

exposição

Dias 7 a 27 (exceto segundas-feiras): Exposição fotográfica de 9h às 19h


Entrada Franca

Informações: 3277.7443



quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Músicaaaaaa!!!




06 DE SETEMBRO DE 2008 - SÁBADO

18h | Dea Trancoso
19h | Tambolelê
21h | Naná Vasconcelos

Na Praça da Assembléia

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

De brigadeiros

Os brigadeiros são doces apresentados aos humanos brasileiros na infância. Nesta fase da vida, comem-se brigadeiros caseiros, feitos pelas mães, com a técnica mais perfeita. Mais tarde, as pessoas passam a comê-lo diretamente da panela, sem passá-lo no chocolate granulado, o que não o deixa menos gostoso.

O brigadeiro é vendido em vários estabelecimentos comerciais do ramo de alimentação, como: docerias, lanchonetes e restaurantes self-service. Também há pessoas que o produzem em casa e vendem em escolas, faculdades, prédios comerciais e feiras livres.

Há alguns locais que vendem brigadeiros falsificados. Trata-se de uma massa comprada pronta, imitando o docinho. Infelizmente, não há uma forma de saber se o brigadeiro é real ou não, só de bater o olho. Talvez, se repararmos bem, perceberemos que o brigadeiro de verdade é brilhante e o falso, não. Mas, ainda assim, os picaretas podem nos enganar.

O brigadeiro do Café da Travessa, em BH, é uma merda.
Na loja Planet Chokolat, na Savassi, não tem brigadeiro.
Geralmente, os brigadeiros gigantes, das barracas de feiras, são péssimos.

O brigadeiro da Momo, em BH, assim como todas as outras sobremesas de lá, é maravilhoso; um brigadeiro real.

Cuidado ao comprar brigadeiro na rua. Ele pode não ser puxento, pode ser uma massa compacta, que não sai do lugar quando você morde. Evite decepções.

Artigo científico sobre brigadeiro. ISSN 2008.