sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Despedida de solteiro inesperada

Ontem a noite foi especial no Lord Pub. O Gleison Tulio – quem não conhece, vale a pena ir vê-lo tocar. Costuma estar no Garage da casa, no Jack, no Studio bar... – fez uma bacana homenagem a nós, "nubentes", como disse a Peinha! Pôxa, amigo, valeu!!!!
(a gravação está bem ruim, mas aos 4 minutos e 8, por aí...está a fala dele, pouco antes dele começar a imitar a voz do Bob Dylan, é só prestar atenção ao áudio, já que a imagem ficou escura).

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Festival de Arte Negra - FAN

Recebi um e-mail da Emília, minha colega de turma de Llansol, com um convite para o FAN-BH. Amanhã o Vander Lee faz show com a presença da Elza Soares, de graça, na praça da Pampulha (não sei que praça é essa, deve ser aquela da orla da lagoa, em frente à igrejinha).
Bom, eu, quando o Vander Lee começou com o cd que tinha "no balanço do balaio", era fãzona! Eu tenho esse cd e acho ótimo. Meu fofinho também gostava, chegamos a ir em show e tudo e ele comprou o cd gravado ao vivo, em que a Elza Soares canta.
Mas com o tempo, o Vander Lee foi ficando chato e aí, nunca mais ouvi. Mas a música tmbém não é nenhuma porcaria, nenhuma aberração como muita coisa por aí, que aparece na Globo aos sábados à tarde, enfim...continuo me orgulhando desse artista mineiro, brasileiro, que trabalha na dele, com honestidade e respeito pelo público e pela música. É o jeito dele, há quem goste e quem não goste.
Estarei lá amanhã depois da aula.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O gramado

É ruim olhar pela janela da biblioteca da Letras e ver aquela montanha de areia, as estruturas da construção...e nenhum verdinho mais. O espaço parece até ter diminuído. Antes (até bem pouco tempo, há alguns meses) eu olhava e via os meninos jogando bola, parecia tão nostálgico da parte deles aquela pelada no gramado...era como se quisessem viver um tempo que vemos nos filmes, as décadas de 60, 70...romantizadas no cinema e nos depoimentos de pessoas famosas que tinham entre 20 e 30 anos na época. Hoje imaginei o que esses alunos/meninos/homens estão pensando ao ver aquilo ali. Devem estar mais tristes que eu.

Sempre, antes mesmo de começar a ser aluna da faculdade, achei aquela área linda. Era super agradável olhar através dos vidros e ver aquela grama toda...aquele espaço grande, bonito. E eu pensava tanta coisa..."será que quero estudar aqui? Sim, deve ser uma delícia estudar aqui!"

Agora a gente olha e vê feiúra. Amanhã vamos olhar e ver um prédio. Não me aprofundei no debate do REUNI, não me informei suficientemente. Mas vejo que algo não está acompanhando o verdadeiro sentido e o verdadeiro desejo da universidade pública.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Sexy music



Ele e a música são sexies.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

delay


Demorei pra entender Os Simpsons. O seriado de animação já tem 20 anos. Eu começava a assistir, mas nunca fixava a atenção na estória. Na verdade, isso acontecia porque eu não estava "captando a mensagem", não estava entendendo absolutamente nada. Mas agora, o meu noivo assiste todo animado e eu vejo com ele. Daí, parece que, ou comecei a prestar mais atenção, assistir com mais paciência ou...amadureci! (Nossa, mas que sinal de amadurecimento...entender Os Simpsons! Será que procede ou pirei de vez?) Bom, mas o fato é que tô me apegando aos personagens, iniciando uma relação de carinho com a Lisa e a Margie e achando o Homer super engraçado! Ele representa todos nós, sem as máscaras.
E os caras que criaram aquilo ali são geniais. Há cada referência mais brilhante que a outra, como trilhas sonoras bem sacadas. Em uma cena que vi hoje eles colocaram uma tela como se fosse do youtube no momento em que o Homer fazia uma retrospectiva mental de sua trajetória de vida. Super legal.
É... que bom que já consigo entender Os Simpsons! Já posso casar.

sábado, 24 de outubro de 2009

escrita llansol

Caminhando na leitura de finita e prestes a escrever um texto sobre o livro, deixo um fragmento.

"[...] às vezes, sinto-me destruída, no meu destino, pelas coisas ferozes de uma realidade social a que, no íntimo, nunca aderi."

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

aquela nuvenzinha pairando sobre a minha cabeça...

a chuva começou a cair no momento em que eu ia sair de casa. Mas saí de sombrinha e ela amenizou. Ao entrar no ônibus, caiu forte. Sorte a minha. Mas, de repente, sobre o assento em que eu me sentei, começou a cair água. Molhou meu braço esquerdo. Tudo bem. Fazia calor, muito calor. Mas toda vez que o ônibus freava, aquele fio grosso de água caía sobre mim. Eu via a moça na minha diagonal me olhando e, pelo reflexo do vidro à frente, via que o rapaz sentado no banco atrás de mim também me olhava. Todos calados. Eu também. Fingi não ligar para a água me molhando dentro do ônibus e torci para chegar rápido. Tentei dormir porque assim, de certa forma, eu não estaria ali, mesmo estando fisicamente. Entrei na sala de aula em que aconteceriam as apresentações escolhidas por mim na programação da SEVFALE e me sentei. A certa altura, o celular da mulher sentada a meu lado tocou alto. Ela havia saído da sala. A professora que coordenava as apresentações olhou para a minha cara. Eu a encarei.